MVV mantém ações participativas com as comunidades

Um projeto de mineração tem na comunidade onde está instalado uma relação de proximidade, seja na geração de emprego e renda, na preservação do meio ambiente e na valorização da vida. E desde que deu seus primeiros passos à instalação do projeto Serrote, no interior de Alagoas, entre os municípios de Craíbas e Arapiraca, a Mineração Vale Verde (MVV) tem cumprido com suas determinações com os moradores da região e ido além à construção de uma sociedade mais participativa, democrática e igualitária.

Atualmente, a MVV promove encontros com moradores de 14 comunidades de seu entorno, para a elaboração de um Diagnóstico Rural Participativo (DRP). A cada reunião nas localidades, as famílias apresentam sugestões sobre o que consideram importante para seu desenvolvimento e o que esperam com a instalação da Vale Verde.

E a MVV tem buscado ir mais além e levado orientações e estímulos aos moradores, principalmente às mulheres como protagonistas, para o fortalecimento do trabalho cooperativo, à busca por direitos e ao próprio desenvolvimento pessoal. Em recente encontro, as mães foram as convidadas especiais, mas com elas vieram também filhos e mulheres que ainda não chegaram a maternidade.

No evento, realizado no dia 18 de maio na sede da Associação Comunitária Juntos Somos Fortes, entidade formada por agricultores familiares assistidos pelo projeto Serrote e instalada em terras doadas pela mineradora no sítio Cupira – a MVV também doou lotes aos agricultores nas comunidades de Pau Ferro, Lagoa da Cruz e Bom Nome II -, os participantes receberam dicas de alimentação saudável com produtos colhidos em suas comunidades. Os ensinamentos foram apresentados pela nutricionista Renata Medeiros. Informações sobre direitos da mulher e quais encaminhamentos devem seguir e quais instituições devem procurar no caso de sofrerem condições contrárias à sua própria dignidade e vida também foram transmitidos na ocasião.

“A cada encontro, para traçarmos o DPR, fortalecemos a importância do associativismo, para que possam, unidos, produzirem mais e assim garantirem o próprio sustento e uma melhor qualidade de vida”, reforça Gyslane Chaves, analista comunitária da MVV. Junto com ela, a consultora da Vale Verde, Rita Lopes, mantém as orientações e aperfeiçoamento constante das famílias, principalmente às que fazem parte da associação Juntos Somos Fortes.

“Estamos inseridos neste processo desde o início e percebemos o avanço até então obtido e a consciência de todos que este é o melhor caminho, para que possam produzir e comercializar seus produtos com melhor qualidade e rendimento”, pontua a consultora.

Na relação de comunidades beneficiadas constam Corredor, Lagoa da Cruz, Baixa do Silva, Uruçu, Capim, Bom Nome II, Riachão, Pixilinga, Pau Ferro e Cupira, entre outras. “As ações relacionadas à comunidade vão além de nosso entorno e também contemplam moradores de cidades como Craíbas, Batalha e Arapiraca, seja com projetos de arborização, seja no apoio ao esporte, à arte e à educação”, acrescenta Henrique Marins, gerente de projeto da MVV.

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Rita Lopes, consultora MVV, faz palestra sobre associativismo em encontro com a comunidade

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